postado por Autovisão | 25. janeiro 2011 12:06
 

Nesta época de chuva, a natureza começa a cobrar todo o nosso comportamento inadequado, tais como, não adotar a reciclagem no nosso dia-a-dia, jogar lixo pelas ruas ou nos córregos da cidade, fazer reciclagem de forma descuidada, colocar os sacos de lixo na calçada fora do horário da passagem do caminhão do lixo e assim por diante. O resultado é um só: a água traz de volta toda a sujeira descartada.

A verdade é que muitos de nós acreditamos que é dever dos governos municipais, estaduais ou federais resolverem esse problema. No entanto, só a cidade de São Paulo, por exemplo, produz cerca de 17 mil toneladas de resíduos por dia e recicla apenas 1%, segundo dados da revista Veja São Paulo (edição 2200, de 19 de janeiro de 2011). Por esta razão, é importante que todos participemos na solução do problema. E a solução está nos 3 Rs: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Reduzir: Muitas vezes compramos coisas das quais não precisamos, e ficamos anos acumulando esses itens supérfluos, até que decidimos fazer uma limpeza e jogamos tudo fora, às vezes até sem termos utilizado. Precisamos ser consumidores mais conscientes e nos perguntar antes de comprar um item: “eu PRECISO deste item ou eu QUERO este item?” Se for um item necessário, não há o que pensar. Mas se é somente um desejo de obter o item, o melhor é repensar a aquisição do objeto.

Reutilizar: Precisamos procurar reutilizar as coisas antes de jogá-las fora. Podemos reaproveitar os potes de sorvete, por exemplo, para guardar comida, ou então fazer artigos úteis com garrafas PET. Imagine o quanto estaríamos diminuindo o lixo de casa se conseguíssemos usar pelo menos mais uma vez as coisas que consumimos!

Reciclar: A reciclagem permite uma diminuição da exploração dos recursos naturais e muitas vezes é um processo mais barato do que a produção de um material a partir da matéria-prima bruta. Mas vale uma palavra de cautela: não é porque um material é reciclável, que vamos consumir cada vez mais dele. A reciclagem não é uma solução total para o problema do lixo: ela minimiza os problemas causados pelo excesso de lixo produzido. Assim, quando recolher o lixo:
■ Separe embalagens plásticas, papéis, metais e vidros. Lave-os para evitar que os restos atraiam ratos e baratas.
■ Coloque-os em um mesmo saco, com exceção dos vidros, que devem ser embrulhados, acomodados separadamente e identificados como material cortante, para evitar acidentes.
■ Se sua rua não tem coleta de recicláveis, entregue-os a quem encaminha esses materiais, como escolas, supermercados e postos de gasolina.

Se cada um de nós procurar mudar nossos hábitos de consumo e de descarte do lixo, estaremos contribuindo para uma sociedade mais limpa e sustentável.

Tags: , , , , , ,
Comentários (0)

postado por Autovisão | 6. outubro 2010 16:30
 

Reciclar é ótimo para o meio ambiente, pois possibilita que a indústria reaproveite os recursos finitos da  natureza extraídos pela sociedade, transformando-os em novos produtos de forma a minimizar a utilização de fontes naturais, e a disposição final dos resíduos.

O reuso também faz parte do princípio da redução do lixo que se produz. Ou seja, ao invés de jogar no lixo, dar nova utilidade aos potes de vidro, às caixas de papelão que envolvem os produtos; usar o outro lado do papel; dispensar as sacolas plásticas que embrulham o que já está embrulhado; transformar produtos que iriam para o lixo em arte, brinquedos, jogos, etc.

Normalmente, não se dá o devido destaque a algo que antecede à reciclagem e ao reuso. Não faz parte de nossos hábitos, por exemplo, analisar que em alguns casos, não é possível reciclar indefinidamente o material. Isso acontece, por exemplo, com o papel, que tem algumas de suas propriedades físicas minimizadas a cada processo de reciclagem, devido ao inevitável encurtamento das fibras de celulose.

Por isso, temos que estar alertas à necessidade de pensar melhor a nossa forma de consumo, de forma a aproveitar melhor os recursos naturais. Temos que mudar nossos hábitos, usando os recursos adequadamente, mesmo que isso às vezes signifique não usá-lo. Às vezes, imprimimos páginas e mais páginas de um trabalho que, em seguida, estará em uma lixeira ou em algum arquivo obscuro, para não ser consultado novamente. Ou então, imprimimos em um impulso do momento e depois nem vamos buscar na impressora. Cabe a cada um de nós parar para pensar antes de consumirmos qualquer recurso, ponderando se aquele consumo é necessário ou se trata-se de um desperdício.

Veja, por exemplo, o que aconteceu quando o Departamento de Segurança Patrimonial da Volkswagen do Brasil adotou novas práticas que diminuíram o uso do papel. Arturo Córdova, Gestor de Unidade da Segurança Patrimonial, nos relata que diariamente eram emitidos relatórios diversos que passaram a ter atualizações online, de forma que deixou-se de imprimir 4.128 relatórios anualmente, representando uma economia média de 142.300 folhas de papel. Esta economia equivale a aproximadamente 650 quilos de papel A4 com 75g/m². Diz-se que cada árvore produz 50 quilos de papel. Logo, 650 quilos de papel economizados salvam aproximadamente 13 árvores. Este é um bom exemplo a copiar.

Veja algumas dicas que ajudam a fazer a diferença:
• evite fazer impressões desnecessárias
• use o verso da folha de papel quando for necessário imprimir
• imprima textos em letras menores

Evite o uso e, sempre que possível, economize. E ajude a salvar o planeta.

Tags: , , , , , ,
Comentários (0)

postado por Autovisão | 9. abril 2010 15:20
 

Mesmo que não estejamos de fato adquirindo algum produto, todos nós consumimos diariamente recursos extraídos do meio ambiente: água, energia elétrica, combustível, produtos alimentícios e de vestuário.

O consumo consciente defende que a aquisição e uso de bens de consumo, alimentos e recursos naturais devem ocorrer de forma a não exceder as necessidades das pessoas. Temos de ter consciência de que a pressão exercida pelo homem sobre os recursos naturais nos últimos 30 anos aumentou em 50%. Cinquenta por cento de aumento na emissão de gases de efeito estufa. Cinquenta por cento de aumento na extinção de espécies. Cinquenta por cento de aumento no depauperamento de ecossistemas. Cinquenta por cento de aumento no consumo de recursos naturais.

Já estamos utilizando cerca de 25% a mais do que o que temos disponível em recursos naturais. A humanidade excedeu a capacidade de regeneração da biosfera, visto que explora o capital natural mais rápido do que sua capacidade de renovação. Assim, urge buscar o equilíbrio entre a nossa satisfação pessoal e um modelo ambiental, social e econômico correto, de forma que sejam satisfeitas nossas reais necessidades de consumo.
 
Recentemente, uma pesquisa Gallup revelou que, em dada situação, maior era o número de pessoas não-engajadas ou ativamente desengajadas, do que o número de pessoas ativamente engajadas. Para ilustrar a situação, o Gallup utilizou a metáfora do muro: os ativamente engajados construíam o muro, os não-engajados observavam os tijolos e os ativamente desengajados chutavam os tijolos.

Quando observando o mundo, o que percebemos? Simples atitudes que fariam uma grande diferença para o planeta continuam sendo evitadas. As pessoas em geral continuam a jogar o lixo em todo lugar menos na lixeira, e continuam a desperdiçar água, e continuam a utilizar as sacolinhas plásticas, e continuam a deixar lâmpadas acesas desnecessariamente... E por aí vai...

O problema é que, quando pessoas ativamente engajadas chamam à atenção o fato de que as pessoas precisam mudar suas atitudes para o benefício de todos, elas são encaradas como extremistas.

No entanto, se não começarmos a colocar agora mesmo esforço consciente na busca do equilíbrio de consumo, como vai ficar a vida no planeta? Temos que adotar um comportamento ambientalmente correto por princípio. Cada um de nós. Não por modismo ou apenas quando vamos “ganhar” alguma coisa. Por princípio.

Há mais de cinquenta anos, entre 1956 e 1959, quando pensava-se mundialmente que a dominação da natureza era a solução para o desenvolvimento, o projeto da planta Anchieta da Volkswagen já mostrava cuidados com o meio ambiente. Todas as áreas que pudessem causar algum impacto ambiental foram construídas no primeiro e segundo andares. Nunca no térreo. Dessa forma, restos de óleo desciam naturalmente para contêineres instalados no andar de baixo. Ou, se houvesse algum acidente, haveria um andar de contenção para evitar a contaminação do solo. Além disso, as alas foram construídas com distância de 9 a 12 metros, assegurando a circulação do ar.

Assim traduzimos nossa preocupação pelo meio ambiente: agindo por princípio.  Cabe a nós tomar pequenas iniciativas no âmbito individual, as quais, somadas, terão o poder de melhorar a qualidade de vida de todos nós. Repense. Replante. Reduza. Reutilize. Recicle. Repense.

1. Repense seus hábitos;
2. Reduza a produção de lixo;
3. Jogue o lixo na lixeira;
4. Economize recursos naturais;
5. Tenha sempre em sua bolsa ou no seu carro uma sacola retornável;
6. Seja pontual na manutenção de seu automóvel;
7. Reaproveite materiais;
8. Promova novos valores culturais. Promova a sustentabilidade.

Não chute os tijolos. Não seja um observador passivo. Ajude a construir o muro!

Tags: , , , , , , ,
Comentários (0)


<<  maio 2013  >>
seteququsedo
293012345
6789101112
13141516171819
20212223242526
272829303112
3456789

Follow me on Twitter