postado por Autovisão | 21. setembro 2010 15:21
 

Comemorou-se no dia 16 de setembro o “Dia Internacional de Proteção à Camada de Ozônio”. Neste dia, em 1987, os países mais importantes do mundo assinaram o compromisso internacional conhecido como “O Protocolo de Montreal”, no qual se estabeleceram etapas para a redução e proibição da manufatura e uso não só do CFC, mas também de mais de 100 substâncias destruidoras da camada de ozônio.

A destruição da camada de ozônio é, sem dúvida, um dos problemas ambientais mais graves das últimas décadas. Com a sua destruição, ainda que parcial, a camada deixa de filtrar os raios ultravioletas que causam danos à saúde de seres humanos, animais e plantas. As consequências mais citadas são o câncer de pele, problemas oculares, diminuição da capacidade imunológica e redução da produtividade agrícola. Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a cada 1% de perda da proteção de ozônio surgem 50 mil novos casos de câncer de pele e 100 mil novos casos de cegueira por catarata.

Como funciona a camada de ozônio? A camada de ozônio é um escudo contra a irradiação ultravioleta prejudicial (UV-B, ou radiação biologicamente ativa), pois absorve grande parte dessa radiação, impedindo que chegue até o solo. Sem essa proteção, a vida na Terra seria quase que completamente extinta.

Calcula-se que, mesmo com as medidas proibindo manufatura e uso das mais de 100 substâncias destruidoras da camada de ozônio, ainda serão necessários mais 50 anos para que ela se restaure plenamente.

Podemos fazer a nossa parte no que diz respeito à proteção da camada de ozônio. Uma ação importante (quando possível) é a troca dos eletrodomésticos antigos por mais modernos, que não utilizam o CFC.  Evitar as temperaturas máximas dos aparelhos de ar refrigerado ou dos aquecedores, usar a lavadora de roupas com temperatura de água fria, caminhar, andar de bicicleta, reutilizar, reciclar, plantar árvores, pintar as casas de cores claras – estas são atitudes que, em larga escala, além de economizar energia, ainda evitam as emissões de todos os tipos de gases na atmosfera. Para nossa própria proteção, o uso de bloqueador solar (pelo menos fator 15), bem como óculos escuros sempre que estiver exposto ao sol são fundamentais.

Com relação ao transporte, uma ação também importante é substituir carros a gasolina por carros bicombustíveis. BlueMotion é o programa de tecnologia da Volkswagen que reduz o impacto causado por seus carros no meio ambiente. Através desse projeto, a empresa desenvolve produtos que oferecem menor consumo de combustível e menor emissão de CO2, sempre mantendo a ótima performance Volkswagen. O Polo BlueMotion, por exemplo, é um modelo equipado com motor VHT 1.6 Total Flex, que garante uma redução de até 15% nos níveis de consumo de combustível e de emissão de gás poluente do efeito estufa (CO2). Além das alterações mecânicas e eletrônicas que foram estudadas para diminuir os índices de consumo e emissões - como uma nova relação de marchas e a reprogramação do gerenciamento da injeção eletrônica - o Polo BlueMotion exibe uma série de aperfeiçoamentos aerodinâmicos, um fator que, por si só, reduz o atrito com o ar e diminui sensivelmente o consumo.

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postado por Autovisão | 10. setembro 2010 11:00
 

A Volkswagen do Brasil utiliza uma ferramenta que, através de simulação, pode planejar novos processos, bem como melhorar os processos atuais, tendo como alvo a excelência no desempenho ambiental. É o programa GaBi4.

Criado e parametrizado na Alemanha em uma parceria entre a Volkswagen da Alemanha e a PE International (empresa que fornece soluções de software no campo da sustentabilidade), e ajustado para as condições do Brasil, o GaBi4 utiliza os critérios estabelecidos pela ISO 14040 tanto para  análise de produto, como para processo ou serviço.

À Engenharia de Manufatura da Volkswagen, este programa permite analisar o ciclo de vida de uma nova instalação ou processo industrial, estimando todos os potenciais de impacto ambiental da nova atividade operacional em questão, ou seja, contabiliza-se o consumo dos recursos naturais e as emissões de resíduos decorrentes da obtenção e manufatura dos itens que serão agregados ao produto na nova instalação, as emissões devido à geração da energia demandada pela nova instalação (impactos externos) e as emissões geradas à partir dos processos agregados à nova instalação (impactos internos). Na consideração destes aspectos, emprega-se o software para apontar qual processo industrial seria mais adequado em termos ambientais (avaliação de cenários).

O resultado demonstra o impacto em 4 categorias diferentes: Aquecimento Global, Eutrofização (processo de degradação da qualidade da água), Acidificação e Dano à Camada de Ozônio.

A fim de que se mantenha a credibilidade técnica, a ACV precisa ser feita por um especialista. Assim, o grupo de Meio Ambiente, pertencente ao Planejamento de Fábrica e responsável pelas avaliações, tem aplicado treinamento para contextualizar a nova sistemática de avaliação a mais de 200 colaboradores da Engenharia de Manufatura.

Essa é uma das ferramentas que a Volkswagen utiliza a fim de atenuar o papel da indústria nas mudanças climáticas. A Volkswagen sabe que isto é importante para a sustentabilidade do planeta.

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