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Em dezembro de 2007 foi instituído o Dia da Amazônia, a ser comemorado anualmente no dia 05 de setembro. A finalidade é promover nessa data a lembrança do tema Amazônia e a urgência que temos em defendê-la. Desmatamentos, disputas pelo domínio de suas terras, caça e pesca sem controle e contrabando de animais e de plantas ameaçam a sobrevivência da floresta e impedem a utilização correta de seus recursos para o bem da humanidade.
Costumava-se dizer que a Amazônia é o pulmão do mundo. Na realidade, a Amazônia não é o pulmão do mundo, mas presta serviços ambientais importantíssimos ao Brasil e ao Planeta. Ela é rica em minerais, espécies vegetais e animais, além de guardar cerca de um quinto das reservas de água doce do mundo. Além disso, ao absorverem carbono, suas árvores contribuem para o equilíbrio do clima mundial.
No contra-fluxo da degradação ambiental provocada pelo desenvolvimento econômico, existe um esforço de implantação de unidades de conservação particulares como alternativas de desenvolvimento sustentável, criadas com o objetivo maior de garantir a proteção dos recursos naturais e manter as funções ecológicas do meio ambiente, estando nele incluídas a biodiversidade e as populações tradicionais.
A criação de uma Unidade de Conservação Particular protege a biodiversidade existente em seu interior, torna as áreas vizinhas menos vulneráveis a atividades degradantes e promove a consciência ambiental na comunidade.
Segundo dados do Instituto Socioambiental – ISA, o Brasil possui 6% do seu território destinado à proteção da fauna, flora e demais recursos naturais, ocupando o 17º. lugar no ranking da América Latina. Essa porcentagem é ainda muito reduzida. Por esta razão, lembramos a vocês, leitores, que todos nós – individualmente – podemos dar suporte a iniciativas de sustentabilidade. Assim, deixemos que o “Dia da Amazônia” nos lembre da importância da proteção ao meio ambiente e que incorporemos, em nosso dia-a-dia, ações que demonstrem nossa consciência ambiental.
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