6\3\2010 | 7 Comments | Permalink |
O IDIS e as causas da mulher
Postado por sonia ás 15:22
O artigo abaixo se encontra publicado no site www.idis.com.br e foi gentilmente liberado para publicação pela autora do texto. Vale muito ler e saber mais sobre a mulher brasileira

Por: Marcia Kalvon Woods*

Durantes seus 10 anos de atuação, o IDIS teve a oportunidade de testemunhar a importância da mulher para o investimento social privado: seja como causa, como público alvo estratégico da ação social e como profissional atuante do setor. A mulher brasileira sofreu transformações profundas nesse período, seja no seu desempenho social ou no mercado de trabalho. Pesquisas e estudam apontam essas mudanças:

 

  • Aumentou o número de famílias chefiadas por elas: de 25,9% em 1998 para 34,9% em 2008 (IBGE/Pnad).
  • Elas estudam por mais tempo e mais que os homens: em 1998, a média de anos de estudo para pessoas com 15 anos ou mais de idade era de 5,8 anos para os homens e 6 para as mulheres. Em 2008, subiu para 7,3 e 7,6, respectivamente (IBGE/Pnad).

 

Apesar dos avanços das últimas décadas, ainda enfrentamos no Brasil as dificuldades culturais específicas da condição feminina, do papel que exerce na família e na sociedade: o peso histórico da invisibilidade, a posição de “dona-de-casa e mãe”, as barreiras setoriais do preconceito ainda muito presente no mercado de trabalho, a violência e as questões relacionadas à saúde - como a maternidade ou o câncer de mama. Os dados não mentem:

 

  • O desemprego atinge mais o sexo feminino: em 1998, enquanto 7,2% dos homens estavam sem emprego, as mulheres representavam 11,6%. Em 2008, a diferença se manteve: 5,16% para eles e 9,57 entre elas (IBGE/Pnad).
  • A renda média mensal também reflete os preconceitos do mercado de trabalho. Em 1998, o salário masculino era de R$ 991,50 e o feminino de R$ 589,00, uma diferença de 40%. Em 10 anos, a redução foi pequena: salário médio de R$ 1078,55 para eles e de R$ 704,34 para elas, totalizando 35% (IBGE/Pnad).
  • As mulheres ainda são a esmagadora maioria na execução das tarefas domésticas: em 2008, o IBGE registrou que 86,3% das mulheres eram responsáveis pelas tarefas do lar, gastando em média 23,9 horas semanais. Entre os homens, 45,3% fazem essas atividades, dispensando 9,7 horas por semana. O índice já foi pior. Em 1998, 89,6% delas se ocupavam dos afazeres de casa. Número bem superior ao masculino de 42,6% (IBGE/Pnad).
  • Estimativa da Anistia Internacional e da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostra que uma em cada três mulheres já sofreu algum tipo de violência, sendo a maior causa de morte em mulheres de 16 a 44 anos. Calcula-se que 70% dessa violência ocorrem dentro do ambiente familiar.
  • Em 2004, 141 mil pessoas morreram por câncer no Brasil. Entre as mulheres, o câncer de mama é o que ainda possui maior incidência. De 1979 a 2004, o número de casos desse tipo aumentou 38,62%, perdendo apenas para o câncer de pulmão, cujo índice subiu 96,95% - mas ainda ocorre menos que o de mama (Instituto Nacional do Câncer - INCA, 2006)
  • Em uma década, o IDIS teve oportunidade de, junto com seus clientes, desenvolver programas de investimento social privado com foco nas questões relacionadas a esse público.

 

As Lojas Renner, por exemplo, definiu como foco da sua atuação social a inserção da mulher no mercado de trabalho por meio de projetos de qualificação profissional, inserção ou geração de trabalho e renda. A AVON lutou e continua lutando contra o câncer de mama, focando na detecção precoce e contribuindo para a redução da mortalidade pela doença.

 

A Veracel fomentou a constituição de uma cooperativa de mulheres costureiras e compoteiras em Guaratinga (BA), colocando o desenvolvimento comunitário dos municípios onde atua como foco prioritário de sua intervenção e formando redes sociais. A iniciativa incrementou a renda familiar local.

 

Este último caso exemplifica como é importante a mulher ser o público alvo estratégico de programas de investimento social. Ela é mãe de família e quem tem papel decisivo na educação dos filhos. É ela quem chefia o lar e irá prover os seus. A mulher é líder comunitária e protagoniza as transformações sociais.

 

Protagonistas com visão

Em artigo (disponível em inglês), o ganhador do premio Nobel da Paz Muhammed Yunus relata que 95% dos empréstimos do Grammen Bank (instituição de incentivo ao microcrédito em Bangladesh) destinam-se a mulheres pobres, porque trazem mais benefícios sociais às famílias se comparado aos homens. Yunus acredita que elas têm visão de mais longo prazo, trazem as mudanças passo a passo, usam o dinheiro com mais precaução e são excelentes gestoras de recursos escassos, esticando ao máximo o pouco que possuem.

 

Se olharmos para as profissões do setor social no Brasil, há um predomínio de ocupação por mulheres. São professoras, enfermeiras e assistentes sociais que formam uma legião feminina que move suas áreas. Isso também pode ser observado no terceiro setor, ainda que não haja levantamento que comprove. O dado mais recente da pesquisa As Fundações Privadas e as Associações sem Fins Lucrativos no Brasil indica (Fasfil), de 2005, indica que há 1,7 milhão de pessoas empregadas em 338 mil organizações da sociedade civil, mas não aponta quantas são de cada gênero.

 

Aqui no IDIS, isso é uma verdade refletida: somos a maioria de mulheres na equipe. Trazemos a nossa visão, opinamos e lutamos, ao lado dos homens, por uma crença que visa a contribuir para a mudança do país: de que o investimento social privado pode ser instrumento de uma sociedade mais justa e sustentável.

 

*Diretora de Desenvolvimento Institucional do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS).

6\3\2010 | 0 Comments | Permalink |
O IDIS e as causas da mulher
Postado por sonia ás 15:12

O artigo abaixo se encontra publicado no site www.idis.com.br e foi gentilmente liberado para publicação pela autora do texto. Vale muito ler e saber mais sobre a mulher brasileira

Por: Marcia Kalvon Woods*

Durantes seus 10 anos de atuação, o IDIS teve a oportunidade de testemunhar a importância da mulher para o investimento social privado: seja como causa, como público alvo estratégico da ação social e como profissional atuante do setor. A mulher brasileira sofreu transformações profundas nesse período, seja no seu desempenho social ou no mercado de trabalho. Pesquisas e estudam apontam essas mudanças:

 

  • Aumentou o número de famílias chefiadas por elas: de 25,9% em 1998 para 34,9% em 2008 (IBGE/Pnad).
  • Elas estudam por mais tempo e mais que os homens: em 1998, a média de anos de estudo para pessoas com 15 anos ou mais de idade era de 5,8 anos para os homens e 6 para as mulheres. Em 2008, subiu para 7,3 e 7,6, respectivamente (IBGE/Pnad).

 

Apesar dos avanços das últimas décadas, ainda enfrentamos no Brasil as dificuldades culturais específicas da condição feminina, do papel que exerce na família e na sociedade: o peso histórico da invisibilidade, a posição de “dona-de-casa e mãe”, as barreiras setoriais do preconceito ainda muito presente no mercado de trabalho, a violência e as questões relacionadas à saúde - como a maternidade ou o câncer de mama. Os dados não mentem:

 

  • O desemprego atinge mais o sexo feminino: em 1998, enquanto 7,2% dos homens estavam sem emprego, as mulheres representavam 11,6%. Em 2008, a diferença se manteve: 5,16% para eles e 9,57 entre elas (IBGE/Pnad).
  • A renda média mensal também reflete os preconceitos do mercado de trabalho. Em 1998, o salário masculino era de R$ 991,50 e o feminino de R$ 589,00, uma diferença de 40%. Em 10 anos, a redução foi pequena: salário médio de R$ 1078,55 para eles e de R$ 704,34 para elas, totalizando 35% (IBGE/Pnad).
  • As mulheres ainda são a esmagadora maioria na execução das tarefas domésticas: em 2008, o IBGE registrou que 86,3% das mulheres eram responsáveis pelas tarefas do lar, gastando em média 23,9 horas semanais. Entre os homens, 45,3% fazem essas atividades, dispensando 9,7 horas por semana. O índice já foi pior. Em 1998, 89,6% delas se ocupavam dos afazeres de casa. Número bem superior ao masculino de 42,6% (IBGE/Pnad).
  • Estimativa da Anistia Internacional e da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostra que uma em cada três mulheres já sofreu algum tipo de violência, sendo a maior causa de morte em mulheres de 16 a 44 anos. Calcula-se que 70% dessa violência ocorrem dentro do ambiente familiar.
  • Em 2004, 141 mil pessoas morreram por câncer no Brasil. Entre as mulheres, o câncer de mama é o que ainda possui maior incidência. De 1979 a 2004, o número de casos desse tipo aumentou 38,62%, perdendo apenas para o câncer de pulmão, cujo índice subiu 96,95% - mas ainda ocorre menos que o de mama (Instituto Nacional do Câncer - INCA, 2006)
  • Em uma década, o IDIS teve oportunidade de, junto com seus clientes, desenvolver programas de investimento social privado com foco nas questões relacionadas a esse público.

 

As Lojas Renner, por exemplo, definiu como foco da sua atuação social a inserção da mulher no mercado de trabalho por meio de projetos de qualificação profissional, inserção ou geração de trabalho e renda. A AVON lutou e continua lutando contra o câncer de mama, focando na detecção precoce e contribuindo para a redução da mortalidade pela doença.

 

A Veracel fomentou a constituição de uma cooperativa de mulheres costureiras e compoteiras em Guaratinga (BA), colocando o desenvolvimento comunitário dos municípios onde atua como foco prioritário de sua intervenção e formando redes sociais. A iniciativa incrementou a renda familiar local.

 

Este último caso exemplifica como é importante a mulher ser o público alvo estratégico de programas de investimento social. Ela é mãe de família e quem tem papel decisivo na educação dos filhos. É ela quem chefia o lar e irá prover os seus. A mulher é líder comunitária e protagoniza as transformações sociais.

 

Protagonistas com visão

Em artigo (disponível em inglês), o ganhador do premio Nobel da Paz Muhammed Yunus relata que 95% dos empréstimos do Grammen Bank (instituição de incentivo ao microcrédito em Bangladesh) destinam-se a mulheres pobres, porque trazem mais benefícios sociais às famílias se comparado aos homens. Yunus acredita que elas têm visão de mais longo prazo, trazem as mudanças passo a passo, usam o dinheiro com mais precaução e são excelentes gestoras de recursos escassos, esticando ao máximo o pouco que possuem.

 

Se olharmos para as profissões do setor social no Brasil, há um predomínio de ocupação por mulheres. São professoras, enfermeiras e assistentes sociais que formam uma legião feminina que move suas áreas. Isso também pode ser observado no terceiro setor, ainda que não haja levantamento que comprove. O dado mais recente da pesquisa As Fundações Privadas e as Associações sem Fins Lucrativos no Brasil indica (Fasfil), de 2005, indica que há 1,7 milhão de pessoas empregadas em 338 mil organizações da sociedade civil, mas não aponta quantas são de cada gênero.

 

Aqui no IDIS, isso é uma verdade refletida: somos a maioria de mulheres na equipe. Trazemos a nossa visão, opinamos e lutamos, ao lado dos homens, por uma crença que visa a contribuir para a mudança do país: de que o investimento social privado pode ser instrumento de uma sociedade mais justa e sustentável.

 

*Diretora de Desenvolvimento Institucional do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS).

27\2\2010 | 7 Comments | Permalink |
Na estrada, de novo
Postado por sonia ás 15:37
27\2\2010 | 0 Comments | Permalink |
O retorno
Postado por sonia ás 15:8

O blog Mulheres Sobre Rodas está de volta, dessa vez um pouco diferente.

Como a rotina das autoras mudou, o conceito desse espaço também.

Agora ele é dedicado a veicular notícias sobre viagens e mulheres.

Não se trata de um espaço feminista. Não!

É apenas um cantinho construído especialmente para aquelas que

gostam de viajar (sozinhas, com amigos e amores).

Acompanhe-nos nessa nova aventura.

 

Cool Sonia Xavier

www.twitter.com/soniaxavier 

 

 

6\10\2009 | 22 Comments | Permalink |
Viagem ao redor do mundo
Postado por sonia ás 9:54
Dar a volta ao mundo é, talvez, a maior aventura que alguém pode viver. E há séculos o homem empreende essa façanha pela terra, pelo mar e pelo ar. Ás vezes, me pergunto se conseguiria encarar essa, não pelo desafio e sim pelo tempo que teria de passar longe das pessoas que gosto. Eu não conseguiria dar a volta ao mundo em um tempo escasso. Nem adianta tentar. Preciso viajar sem pressa, chegar no destino sem muita coisa programada e deixar que os lugares me convidem. Imagina esse método aplicado à uma volta ao mundo. Talvez seria a mais longa que se tem notícia. Por isso, tenho de dosar minhas viagens em pílulas. Apesar de pequenas, sempre intensas e enriquecedoras. Na verdade, estou sentindo falta de viajar. Há algum tempo, parei para formatar os novos projetos. E como dá saudade cair na estrada de novo. Enxergar o mar. Voar sobre as nuvens. Não importa como, mas viajar faz falta.
14\9\2009 | 17 Comments | Permalink |
De volta à estrada.
Postado por sonia ás 17:14

Nossa, a vida anda corrida. Peço perdão aos leitores por ser tão relapsa em relação ao blog. Mas outros projetos estão tomando forma, então, estive meio que offline por esses tempos. Mas não me esqueci desse espaço que gosto tanto. De jeito nenhum. Cada vez que pego a estrada, mesmo que seja para a rotineira viagem para Igaratá - meu refúgio - lembro-me do blog e de como é bom dividir com vocês o gosto pela vida de estradeira.

Aliás, na sexta-feira (11), eu, Alexandra e Karina caimos na estrada juntas. Fomos até Aparecida do Norte, gravar nossa participação no programa Sabor de Vida (www.tvaparecida.com.br). E que delícia foi pegarmos a Dutra. Foi ótimo. Assim como participar do programar e conhecer uma equipe competente, comprometida e profissionalíssima. Vocês já se sentiram em casa em um ambiente estranho? Pois é, foi assim que eu me senti. No Sabor de Vida, eu me senti em casa e entre amigos.

Poderia ter um nome melhor para um programa que privilegia o bem-estar e a família? De jeito nenhum, não é. Parabéns a toda a equipe do programa e obrigada por nos receber em sua casa. Beijos.

 

 

Da esquerda para a direita: Eu (Sonia Xavier), Alexandra Gonsalez e Karina Greco

19\8\2009 | 0 Comments | Permalink |
Paisagens de retrovisores
Postado por sonia ás 15:32
Como já disse meu hobby durante as viagens era eternizar as imagens que eu via pelo retrovisor em fotografias. Às vezes era difícil seguir o caminho, pois a cada centímetro da estrada havia um detalhe que o retrovisor teimava em me mostrar.

Eu olhava de relance. Cuidava para não me distrair, mas pronto, lá estava eu devidamente estacionada e com a câmera na mão. Aliás, esta era meu passageiro eterno. Ficava sempre ao meu lado, no banco do “navegador”.  E foi graças à sua companhia constante que eu garanti imagens como as seguintes:

No meio do caminho, uma boiada

(Taquaruçu, Tocantins)

  

 

 

 

 

27\7\2009 | 0 Comments | Permalink |
Cenários de inverno
Postado por sonia ás 15:26

Há quem não goste de pegar a estrada em dias nublados ou chuvosos. Em compensação quem “se atreve” nesta aventura pode ficar diante de cenários de tirar o fôlego. Não resisti, encostei o carro durante minha passagem por Itamonte, em Minas Gerais, para guardar as imagens abaixo. Valeu à pena:

As hortênsias deixam a BR-354 muito mais agradável:

 

Já na estrada para o Pico do Gavião uma paisagem inusitada.

Pequena usina desativada que me fez parar várias

vezes para registrar com minha câmera:

 

 

 

13\7\2009 | 4 Comments | Permalink |
As baleias-francas estão chegando
Postado por sonia ás 16:15
 “Imagine um ônibus saindo da água na sua frente?”. Essa foi a descrição que ouvi sobre a avistagem das baleias no litoral de Santa Catarina. Aos meus ouvidos, essas palavras estavam carregadas de magia. Encanto suficiente para me fascinar. Aliás, não só a mim. Todos os anos, entre os meses de junho e novembro, uma leva de turistas vai desce para o sul do país para encantar-se com as gigantes dos mares. O local mais frequentado é Imbituba, a 97 quilômetros de Florianópolis. Além das praias e dos esportes radicais, Imbituba é procurada por pessoas que querem apreciar o espetáculo das baleias-francas que circulam seguras pelos mares do Brasil. Desde o século XVII elas eram caçadas, mas em 1973 a última armação existente no país foi desativada. Anos depois, em 1980, foi criado o Projeto Baleia-Franca (sede na av. Atlântica, s/nº, Praia de Itapirubá, www.baleiafranca.com.br) para proteger os mamíferos. Hoje no lugar onde antes elas eram dissecadas funciona o Museu da Baleia. Lá detalhes dessa triste história são contados nos painéis explicativos. Visitar a região já vale a viagem. Afinal, tem praias belíssimas. A do Luz, em frente à Ilha do Batuta é muito procurada para a prática de windsurfe. Na Barra de Ibiraquera, bom local para kite e windsurfe. Na Ribanceira, a pedida é o sandboard. A da Vila Reta é ideal para bodyboard. Portanto, se tiver um tempinho extra, a direção é a região. Até novembro nossas visitantes gigantes estão por lá, dando um show. Como sempre. Mais informações sobre avistagem da baleia-franca ou sobre o Projeto Baleia-Franca podem ser obtidas pelo site da entidade (repetindo: WWW.baleiafranca.com.br).  Sonia Xavier (twitter.com/soniaxavier)
30\6\2009 | 0 Comments | Permalink |
Conheça o Brasil sem pegar estrada
Postado por sonia ás 16:32

Outro evento importante para o calendário turístico brasileiro começa nesta quarta-feira, 30, no Palácio de Convenções do Anhembi, em São Paulo. É a quarta edição do Salão do Turismo, roteiros do Brasil.

A programação é intensa. Um círculo de debates vai promover uma saudável discussão acerca dos novos rumos, as tendências e principais problemas do setor turístico do país. No Espaço Saber Viver com Vivência alguns artesãos mostrarão como executam sua arte. Todos os dias uma novidade. O salão terá também feira de artesanato, exposição sobre os roteiros do país (ótimo para quem tem dúvidas para onde ir durante as férias), apresentações de danças típicas e o meu xodó: a área dedicada à gastronomia regional.

Como diria minha linda e saudosa avó, Lúcia, vai ter um “tiquim” de cada coisa. Os pratos são vendidos a preços convidativos, bem-feitos e excelente oportunidade para experimentar o que podemos degustar ao longo desses quilômetros de país. O Salão irá até o domingo, 5 de julho. Confira a programação completa no endereço: http://www.salao.turismo.gov.br/

Até,

Sonia Xavier (twitter.com/soniaxavier)
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