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19\8\2009 |
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Paisagens de retrovisores
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| Postado por sonia ás 15:32 |
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| Como já disse meu hobby durante as viagens era eternizar as imagens que eu via pelo retrovisor em fotografias. Às vezes era difícil seguir o caminho, pois a cada centímetro da estrada havia um detalhe que o retrovisor teimava em me mostrar.
Eu olhava de relance. Cuidava para não me distrair, mas pronto, lá estava eu devidamente estacionada e com a câmera na mão. Aliás, esta era meu passageiro eterno. Ficava sempre ao meu lado, no banco do “navegador”. E foi graças à sua companhia constante que eu garanti imagens como as seguintes:
No meio do caminho, uma boiada
(Taquaruçu, Tocantins)
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27\7\2009 |
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Cenários de inverno
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| Postado por sonia ás 15:26 |
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Há quem não goste de pegar a estrada em dias nublados ou chuvosos. Em compensação quem “se atreve” nesta aventura pode ficar diante de cenários de tirar o fôlego. Não resisti, encostei o carro durante minha passagem por Itamonte, em Minas Gerais, para guardar as imagens abaixo. Valeu à pena:
As hortênsias deixam a BR-354 muito mais agradável:
Já na estrada para o Pico do Gavião uma paisagem inusitada.
Pequena usina desativada que me fez parar várias
vezes para registrar com minha câmera:
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13\7\2009 |
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As baleias-francas estão chegando
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| Postado por sonia ás 16:15 |
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| “Imagine um ônibus saindo da água na sua frente?”. Essa foi a descrição que ouvi sobre a avistagem das baleias no litoral de Santa Catarina. Aos meus ouvidos, essas palavras estavam carregadas de magia. Encanto suficiente para me fascinar. Aliás, não só a mim. Todos os anos, entre os meses de junho e novembro, uma leva de turistas vai desce para o sul do país para encantar-se com as gigantes dos mares. O local mais frequentado é Imbituba, a 97 quilômetros de Florianópolis. Além das praias e dos esportes radicais, Imbituba é procurada por pessoas que querem apreciar o espetáculo das baleias-francas que circulam seguras pelos mares do Brasil. Desde o século XVII elas eram caçadas, mas em 1973 a última armação existente no país foi desativada. Anos depois, em 1980, foi criado o Projeto Baleia-Franca (sede na av. Atlântica, s/nº, Praia de Itapirubá, www.baleiafranca.com.br) para proteger os mamíferos. Hoje no lugar onde antes elas eram dissecadas funciona o Museu da Baleia. Lá detalhes dessa triste história são contados nos painéis explicativos. Visitar a região já vale a viagem. Afinal, tem praias belíssimas. A do Luz, em frente à Ilha do Batuta é muito procurada para a prática de windsurfe. Na Barra de Ibiraquera, bom local para kite e windsurfe. Na Ribanceira, a pedida é o sandboard. A da Vila Reta é ideal para bodyboard. Portanto, se tiver um tempinho extra, a direção é a região. Até novembro nossas visitantes gigantes estão por lá, dando um show. Como sempre. Mais informações sobre avistagem da baleia-franca ou sobre o Projeto Baleia-Franca podem ser obtidas pelo site da entidade (repetindo: WWW.baleiafranca.com.br). Sonia Xavier (twitter.com/soniaxavier)
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30\6\2009 |
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Conheça o Brasil sem pegar estrada
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| Postado por sonia ás 16:32 |
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Outro evento importante para o calendário turístico brasileiro começa nesta quarta-feira, 30, no Palácio de Convenções do Anhembi, em São Paulo. É a quarta edição do Salão do Turismo, roteiros do Brasil.
A programação é intensa. Um círculo de debates vai promover uma saudável discussão acerca dos novos rumos, as tendências e principais problemas do setor turístico do país. No Espaço Saber Viver com Vivência alguns artesãos mostrarão como executam sua arte. Todos os dias uma novidade. O salão terá também feira de artesanato, exposição sobre os roteiros do país (ótimo para quem tem dúvidas para onde ir durante as férias), apresentações de danças típicas e o meu xodó: a área dedicada à gastronomia regional.
Como diria minha linda e saudosa avó, Lúcia, vai ter um “tiquim” de cada coisa. Os pratos são vendidos a preços convidativos, bem-feitos e excelente oportunidade para experimentar o que podemos degustar ao longo desses quilômetros de país. O Salão irá até o domingo, 5 de julho. Confira a programação completa no endereço: http://www.salao.turismo.gov.br/
Até,
Sonia Xavier (twitter.com/soniaxavier)
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24\6\2009 |
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Poeira ao vento
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| Postado por sonia ás 16:40 |
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| Começou hoje a 17ª edição do Rally Internacional dos Sertões, em Goiânia, Goiás. A partir de agora os 128 veículos que perseguem o título da prova irão cortar o Centro-Oeste do Brasil em direção ao Nordeste. Eles têm pela frente 5.056 quilômetros de estradas, divididas em dez etapas, ou seja, é muita poeira! Sei que existem muitas críticas à prova. Mas posso falar do que já vi ao cruzar o país. Encontrei uma solidária comitiva motorizada, que paralela à competição, lançava-se em projetos sociais por onde passam. Os bastidores do Rally, na minha humilde opinião, fazem o coração da gente disparar. Anos atrás, cruzei com essa trupe animada desde o estado de Goiás até o Maranhão. Eu sempre dava um jeito de estar uma cidade à frente, senão, ficaria sem hospedagem. Mas pude verificar o quanto são esperados por esses cantos longínquos e a comoção que causam. Boa sorte a todos os competidores. Que vença o melhor.
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18\6\2009 |
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Nas curvas da Graciosa
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| Postado por sonia ás 15:41 |
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| Não adianta, ir a Curitiba e deixar de conhecer a Estrada da Graciosa é quase um crime contra o currículo de qualquer estradeiro que se preze. Antiga rota de tropeiros a caminho do litoral paranaense, a via foi declarada pela Unesco, em 1993, Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Para efeitos de mapa rodoviário, a Graciosa é grafada como PR-410. Mesmo diante da secura do número, trechos de sua história vale ser contada: Em 1873 foi concluída e por décadas era a única via de ligação entre a capital e as cidades de Morretes, Antonina e, consequentemente, para o litoral. A estrada tem cerca de 30 quilômetros de extensão, ao longo da Serra do Mar e com sete recantos para o turista parar o carro. Eu recomendo que você faça isso mesmo. Desça para Mata Atlântica preservada, dá até para usar as churrasqueiras instaladas em alguns desses pontos (alguns têm sanitários e mirantes). Os nomes são sinônimos do que representa cada um desses refúgios: Vista Lacerda, Rio Cascata, Grota Funda, Bela Vista, Curva da Ferradura, Mãe Catira e São João da Graciosa.Outra dica: A Estrada da Graciosa não é uma via para altas velocidades, pois é extremamente sinuosa, tem trechos com paralelos (tornando a pista escorregadia quando chove) e sua função atual é uma viagem cênica. Ou seja, é uma estrada para apreciar a natureza, inclusive as quedas-d’água que existem no caminho. Aproveite a viagem e ao chegar em Morretes, pare em um dos restaurantes para experimentar o prato típico local. Barreado. É uma delícia, principalmente neste friozinho dos últimos dias. Sonia Xavier (twitter.com/soniaxavier)
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15\6\2009 |
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Entre o lazer e o trabalho
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| Postado por sonia ás 16:30 |
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| Curitiba, a maior cidade do sul do país e capital do Paraná, tem suas qualidades figurando nos índices nacionais e internacionais. Uma delas é a quantidade de área verde destinada para cada habitante. São 51 m², ou seja, três vezes superior à média recomendada pela Organização das Nações Unidas. São parques, bosques municipais, além de praças e ruas arborizadas e dão um charme especial à cidade. Quem vai de carro, pela Régis Bittencourt (isso a partir de São Paulo), pode chegar e encontrar um trânsito meio caótico, principalmente no fim da tarde. Mas vale a pena vencer esse obstáculo para explorar mais a cidade. A colonização na região começou por volta de 1630 com a exploração do ouro. Mais tarde chegaram os espanhóis e os portugueses, que foram seguidos pelos alemães a partir de 1833, dos italianos; e por último pelos poloneses e ucranianos. Um dado curioso é que Curitiba tem a segunda maior colônia polonesa do mundo. A primeira fica em Chicago, Estados Unidos.
Não dá para sair de Curitiba sem admirar o Museu Oscar Niemayer, chamado informalmente de Museu do Olho, por conta da engenhosidade arquitetônica que o faz lembrar um olho suspenso por uma coluna. Circular de carro pela cidade é muito fácil. Suas ruas são bem sinalizadas. Ah! Ainda sobre os parques: eles são lindos e muito organizados. Melhor ainda é que são grátis.
Até o próximo post!
Sonia Xavier
twitter.com/soniaxavier
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9\6\2009 |
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Cadê o caminho?
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| Postado por sonia ás 17:10 |
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No último post fiz um desabafo. Afinal, estava tranqüila, com minha irmã e paradinha no sinal vermelho. Ele abriu e... Advinhem? Pois é, um dono de lotação, que vinha à esquerda, resolveu entrar à direita para pegar uma passageira. Pior, ignorou um carro vermelho – o meu - no lado direito, no lugar onde sempre está. Sabem o motivo da distração? Estava lotado, afinal era uma lotação. Tinha tanta gente que a visão do cidadão estava obstruída. Eu não entendi porque ele estava na esquerda, sendo que o ponto era no lado direito da avenida Antonelo da Messina? Esses mistérios do trânsito paulistano e das cidades grandes eu não consigo entender. Juro!
A surpresa veio agora. Fotografias, estatísticas, boletim de ocorrência, tudo a nosso favor e o cidadão resolveu negar a culpa. Eu sou baiana, mas ele demorou vinte dias para fazer isso! Por isso, quero a quebra dos mitos. Baiano é um povo rápido! Fiz boletim de ocorrência e acionei. Próximo passo? Vou descobrir nossos direitos. Digo nossos, porque sei que muitos motoristas estão na mesma situação. Eu quero estradas! Prefiro encarar os buracos próximos à São Raimundo Nonato, no Piauí, do que esses pseudos-motoristas de São Paulo.
Aguardem os próximos capítulos de uma mulher sobre rodas em São Paulo. Socorro!!!!
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3\6\2009 |
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Motorista: para garantir a saúde e o bem estar.Do motorista
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| Postado por sonia ás 16:56 |
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Sou uma estradeira assumida e apaixonada. Mas as cidades estão se tornando o maior desafio de qualquer motorista, principalmente as grandes. Imagem como é para uma pessoa que já dirigiu 9 mil quilômetros em menos de um mês estar presa no trânsito de São Paulo? Nos idos de 2004 eu fiz a melhor viagem de carro da minha vida. Fui de avião até Brasília, de lá segui por Goiás (com direito a passar por Alto Paraíso), Tocantins (ah! O Jalapão, saudades da minha travessia sem um 4X4), Maranhão (passei por terras indígenas e terra de poetas), Piauí (Teresina e São Raimundo Nonato, inesquecíveis), Bahia (Barreira é o máximo), Tocantins (de novo!) até retornar a Brasília.
Está difícil dirigir em São Paulo. Primeiro, não consigo ter cinco minutos de viagem numa marcha contínua. Depois tem o barulho. E haja ouvido para tanto “bibipi”. É motoqueiro, carro, caminhão... todo mundo buzina. Alguém já pensou em um dia de silêncio no trânsito paulistano? Eu adoraria! E se alguém bate no seu carro? Gente, todo mundo paga seguro (ou quase todos). Vamos assumir nossas culpas? Sinto falta da solidariedade estradeira no trânsito das cidades. Dirigir é bom, saudável, não causa estresse e não mata. Mas para tudo isso, depende que cada um de nós faça sua parte.
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27\5\2009 |
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Dica para o feriado: Itatiaia
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| Postado por sonia ás 16:41 |
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Já que teremos mais um feriado, que tal conhecer outra face do Rio de Janeiro? É a cidade de Itatiaia, que pode ser denominada como a porta do Parque Nacional de Itatiaia. Com pouco mais de 300 metros de altitude, é um lugar perfeito para quem gosta de esquentar-se do friozinho caminhando. Partindo de São Paulo ou Rio de Janeiro, pegue a Rodovia Presidente Dutra e siga as placas indicativas.
Para os ecologistas, Itatiaia marca um importante capítulo da história de preservação ambiental. Afinal, o parque nacional criado em 1937 foi o primeiro do país. Na época, o intuito era preservar a Mata Atlântica e sua fauna. Nos hotéis que ficam dentro da área é fácil, muito fácil, ver os esquilos. Aliás, esses bichinhos simpáticos acabaram se tornando símbolo do lugar.
Há diversas trilhas dentro do Parque e os guias locais costumam levar os turistas. Creio que não preciso lembrá-los de levar roupas e calçados apropriados para a aventura. Enfim, boa parte das trilhas são leves e não apresentam grandes riscos. Mas duas necessitam de uma dose a mais de disposição, preparo físico e acompanhamento especializado (um guia que conheça bem o lugar)m são as rotas para o Pico das Prateleiras (a 2548 metros de altitude) e das Agulhas Negras (a 2791 metros). Esses dois lugares não têm acesso pelo centro da cidade e sim por Engenheiro Passos, 12 quilômetros depois da entrada da cidade, seguindo pela Dutra no sentido de São Paulo. Para quem tem fôlego, eu recomendo.
Já os que querem se divertir e relaxar, a dica é ficar com os atrativos mais, digamos, próximos. Lógico que uma boa pedida também. O segredo para aproveitar bem qualquer lugar do mundo é fazer o que quiser, respeitando os limites de seu corpo. Seguindo esses conselhos, voltará muito bem do feriado prolongado. Boa viagem!
Ah! Que tal me seguir no Twitter? twitter.com/soniaxavier
Cachoeira Véu de Noiva:
Cachoeira Véu de Itaporani:
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